Eu só sinto, não ter permitido antes.
Sinto, por não viver o amanhã,
Temo morrer e não conseguir te ver e saber quem és, digo
isso, como em um simples reflexo desejoso em saber quem sou.
Às vezes, ajo em um grande vazio sendo esmagada pelo nada.
Tentar decifrar-me será uma perda de tempo, mas espero um dia
me conhecer, em plenitude, realmente como sou.
Brenda Oliveira
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