Enquanto o mundo se reprime, eu me
embriago com liberdade. Verdade ou mentira?
Vivendo sem arrependimento. Verdade ou
mentira?
Sou eu mesma.
Verdade ou mentira?
Para tentar ser
livre tenho que me manter presa em algo ou Alguém.
Para não me
arrepender, preciso realmente, viver.
Para ser eu mesma, não devo, não posso
querer nunca machucar ninguém, será inevitável.
Fugir daquilo que me completa, é um erro.
Fugir de mim mesma, engano.
Fugir dos meus sonhos, insanidade.
Complicado viver em um dia sem sol. Mais
difícil ainda é saber que não há vida sem ele.
O mundo gira, enquanto o meu mundinho
retarda.
A mente brilhante é danificada pela
vaidade.
Há um desconforto do meu inconsciente em
saber que ainda vivo pela metade.
É no teatro da vida que sou, apenas, uma
coadjuvante.
Essa necessidade de viver algo novo me
faz pensar, que todo o novo se tornará velho um dia, que neste dia assumirei
este papel. Não há medo, há apenas um desejo de viver este segredo que poucos
irão descobrir.
Viver desta essência faz de mim uma
grande aprendiz.
Mentindo ou sinceramente falando, um dia
quero realmente, ser feliz.
Brenda Oliveira
da Costa.
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