sábado, 23 de fevereiro de 2013

Em cena

Enquanto o mundo se reprime, eu me embriago com liberdade. Verdade ou mentira?
Vivendo sem arrependimento. Verdade ou mentira?
Sou eu mesma. Verdade ou mentira?
Para tentar ser livre tenho que me manter presa em algo ou Alguém.
Para não me arrepender, preciso realmente, viver.
Para ser eu mesma, não devo, não posso querer nunca machucar ninguém, será inevitável.
Fugir daquilo que me completa, é um erro.
Fugir de mim mesma, engano.
Fugir dos meus sonhos, insanidade.
Complicado viver em um dia sem sol. Mais difícil ainda é saber que não há vida sem ele.
O mundo gira, enquanto o meu mundinho retarda.
A mente brilhante é danificada pela vaidade.
Há um desconforto do meu inconsciente em saber que ainda vivo pela metade.
É no teatro da vida que sou, apenas, uma coadjuvante.
Essa necessidade de viver algo novo me faz pensar, que todo o novo se tornará velho um dia, que neste dia assumirei este papel. Não há medo, há apenas um desejo de viver este segredo que poucos irão descobrir.
Viver desta essência faz de mim uma grande aprendiz.
Mentindo ou sinceramente falando, um dia quero realmente, ser feliz.


Brenda Oliveira da Costa.

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