Sou
do tempo
Que o amor era poesia
O verso uma sinfonia
A declamação, o viver
Sou
do tempo
Em que flores eram vida
Em que a tristeza refletia alegria
Em que o romance era poesia
Minha
alma
Não pertence a esse mundo
Aqui sou apenas um moribundo
A procura do amor
Minha
alma
Esta solta e aprisionada
Fica perdida e é encontrada
Nos fragmentos a se decompor
O
meu tempo
É devagar e acelerado
É doce e amargurado
É tímido e sedutor
O
meu tempo
É a favor da vida
É contra as brigas
É um NÃO a procura...
Eu
sou
Um livro aberto?
Sou segredo, sou secreto
Sou tesouro amaldiçoado que ninguém levou
Eu
sou
O vento que bate
O som na imagem
O grito que cala, que ama, que parti.
por Brenda Oliveira.
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