Até que ponto a criação deve ser limitada?! Arte é liberdade...quero sempre me sentir livre ao escrever... Quando crio algo quero ter a certeza que a minha essência estará lá, que quem for ler sentirá o que senti, se questionará, se inquietará também! São várias linguagens da arte...na dança uma alma... no canto, na música, meu coração... no teatro a vida que não é minha, que é sua ou apenas de um alguém!
domingo, 28 de julho de 2013
(NÃO)
(não)Tenho saudade da saudade que eu sentia.
(não)Quero voltar a querer aquilo que eu quis um dia.
(não)Quero acordar da minha vida. Buscar os sonhos perdidos. Perigos. Sentido. Sozinha.
Brenda Oliveira da Costa.
Só um toque
Quanta importância em não trairmos a nós mesmos.
Se há algo que deveria fazer-nos sentir dor assim não fizer,
algo em breve sairá de nosso controle.
algo em breve sairá de nosso controle.
O olhar é a essência e transmissão de vida, força e verdade.
Preciso acreditar que a dor é real, mas superável.
Acreditando que dela surgirá o que é mágico e delicado: UMA
LÁGRIMA.
Preciso perceber no outro a dor que há em mim, para assim,
dançar e depois sorrir.
Sorrindo num propósito sem fim, uma finitude de risos.
Um sentimento é um sentido que por vezes não entendo,
Se entendo, traio.
Por Brenda Oliveira.
Alma
Como um
descanso
Eu canso.
Uma fortuna
a fluir.
Teu desejo
sem vir.
Um querer
audaz.
Toda magia
perdida, dissolvida em mãos tão vis.
Cabelos que
caem que se põem
Tudo se
entende
Tudo é
confuso
Sentir o
presente já é passado, logo seca
Um frio que me
cerca
Teu calor
que sufoca
Só vejo as
amarras, não vejo cordas
Um terror
fascinante
Tendo um
brilho improvável
Um olhar
vazio
Sempre num
suspiro perdido
Quando tudo
parece estar demais
Ele já não
se sente
Sua dor é
tão doente
Meus
sentidos falecidos
Agora mortos
percorrem o não destino
Não há
caminho
Eu sinto
Eu vivo
O que choro
é o que tu és
O que amo, é
ele todo
Mas do todo,
só vejo as partes
Só uma
sombra do que me parece ilusão
É prisão que
liberta
Solta, tua
doçura é furacão
Teu silêncio
um grito maldito
Um anjo em
ascensão
A minha
segurança na tua incerteza
Tua clareza
na escuridão
Sempre vejo,
nunca percebo
O que desejo
é ser por inteiro
Como tu
sabes ser
Sem perder,
só a ganhar
Pensando o
que és
Quando acho
que estás só
Acordo com
medo
Temo que
volte forte demais
E se esqueça
que um dia fui capaz
De te deixar
ir.
por Brenda Oliveira.
domingo, 9 de junho de 2013
A falta de amor é minha pobreza
Tenho
medo que me falte amor
Tenho
medo do que foi feito de você
Tenho
medo de não perceber que me tens amor
Tenho
medo de não sentir o Amor.
Tenho
medo de amar sem medidas
Medo de
despedidas... de encontros em vão
Tenho
medo de expor o que quero
Medo de
tudo que parece ser incerto
Tenho
medo da vida.
Tenho um
sentimento às escondidas
Tenho uma
voz tão vil.
Sou como
um jovem perdido, sufocado, quase esquecido.
Sou tudo,
sou nada...
Espero
que ela me ame.
Espero
que o desejo se inflame
Que a voz
alcance o que eu ainda nem senti
O que
sente?
Porque
resiste?
São
encontros em que não te vejo...
Eu tenho
medo
Medo de
falar e não ser ouvido
Medo de
gritar e ensurdecer um amigo
Medo de
ter medo ou não ter medo algum
Medo de
viver um vazio
Sendo um
ser tão comum.
Será que
sou assim mesmo?
Penso que
você me engana ao dizer-me quem sou!
Espero...
...espero...
Espero
que ela venha
Que numa
lua pequena
Eu
consiga ver, olhar
A verdade
esquecida
Tua
mentira esculpida, na luz quase extinta de uma noite que chega a me embriagar.
Despedida...
Diga
adeus a essa alma bendita
Que dizes
ser minha
Que nada
de minha tem
Não sei
se o que penso é tão estranho
Mas sei
que o medo é um engano
É um
tanto: “ah...não sei”.
por Brenda Oliveira.
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